Saúde Argentina

Sobe para 12 o número de mortes por hantavírus na Argentina

A transmissão da doença se dá pelo contato com fluidos ou excrementos de roedores infectados com o vírus

  • EFE/Lavandeira Jr.EFE/Lavandeira Jr.
EFE/Lavandeira Jr.

A confirmação de um caso na província argentina de Entre Ríos elevou para 12 o número de mortos pelo hantavírus no país, informaram fontes médicas.

O diretor de Epidemiologia de Entre Ríos, Diego Garcilazo, especificou que a morte de um paciente na cidade de Gualeguaychú corresponde a este vírus, transmitido em primeiro lugar por roedores e cujos principais sintomas são febre, dores musculares, calafrios, dores de cabeça, náuseas e diarreia.

A suspeita, segundo esclareceu o especialista, é que o morto tenha sido contagiado em zonas fluviais da cidade de Guelaguay ou em Ibicuy.

Garcilazo afirmou que anualmente nessa jurisdição há entre 60 e 70 casos suspeitos de hantavírus por ano.
Também na manhã desta quarta-feira foi confirmado o primeiro caso de hantavírus registrado em Buenos Aires (um homem de 25 anos), embora o mesmo já esteja fora de perigo.

Até agora, são 12 os casos confirmados de mortes por hantavírus, principalmente na província de Chubut, ao sul do país, embora segundo as autoridades médicas trata-se de cepas diferentes.

A doença é transmitida pelo contato com a urina, saliva e excrementos de roedores infectados com o vírus e para a transmissão entre pessoas é preciso ocorrer um contato próximo com os doentes no período inicial do quadro febril, que vai das primeiras 48 a 72 horas.

A via de propagação é inalatória, por isso que os beijos e abraços podem ser contagiasos no caso do hantavírus, assim como as partículas de saliva ao falar.

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