TUBERCULOSE

Indígenas e presos, os mais afetados pela tuberculose no Paraguai

A região com mais casos da doença respiratória é a capital Assunção, seguida do departamento Central, o mais populoso do país, e dos departamentos de Alto Paraná, Presidente Hayes, Itapúa e Caaguazú.

  • EFE/ ArquivoEFE/ Arquivo
EFE/ Arquivo

O Paraguai registrou, em 2017, mais de 2700 casos de tuberculose, de acordo com o Ministério da Saúde local. Os grupos mais afetados pela doença no país foram os membros de comunidades indígenas e os presos, com 16,4% e 14,4% dos casos, respectivamente.

A eles, seguem-se as crianças de 0 a 14 anos (7,5%), os portadores do vírus HIV (7,5%) e os pacientes com diabetes (6%).

A região com mais casos da doença respiratória é a capital Assunção, seguida do departamento Central, o mais populoso do país, e dos departamentos de Alto Paraná, Presidente Hayes, Itapúa e Caaguazú.

Os dados foram foram apresentados durante o lançamento da campanha “Escute seu interior, não silencie a tosse”, que busca conscientizar a população a procurar centros de saúde em casos de tosse ou catarro por mais de duas semanas.

“Muitos pensam que não há mais tuberculose, mas não é bem assim. Queremos que, através desta campanha, a população esteja consciente e, caso necessite, receba o tratamento correspondente”, declarou Sarita Aguirre, diretora do Programa Nacional de Controle da Tuberculose.

Já o médico Miguel Aragón, consultor da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Paraguai, afirmou que o objetivo deve ser “acabar com a tuberculose” e não apenas controlá-la.

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