Febre do Nilo

Febre do Nilo já matou 21 pessoas na Grécia neste verão; saiba o que é a doença

Doença se manisfesta de maneira mais grave na população idosa; alta está relacionada à onda de calor na Europa

  • Imagem ilustrativa de mosquito. Foto: EFEImagem ilustrativa de mosquito. Foto: EFE
Imagem ilustrativa de mosquito. Foto: EFE

Vinte e uma pessoas morreram na Grécia nesta temporada de calor, na qual os mosquitos se proliferam, após serem infectadas com o vírus do Nilo Ocidental, segundo informou nesta quinta-feira o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da Grécia. Somente na última semana foram registradas cinco mortes.

Segundo o relatório do Centro, já foram registrados 178 casos de infecção, dos quais 144 afetaram o sistema nervoso central, provocando encefalite, meningite e paralisias leves, enquanto outros 34 registraram problemas mais leves.

Os pacientes com manifestações graves da doença possuíam entre 10 e 94 anos, embora a população idosa tenha sido a mais atingida. No ano passado foram noticiados 48 casos durante toda a temporada, com um total de cinco mortes.

Neste ano, o verão europeu tem sido especialmente agressivo, com muitas chuvas e aumento precoce da temperatura.

Segundo as autoridades gregas, até o momento foram notificados casos de infecção em oito países europeus, com uma incidência especialmente alta na Itália e na Sérvia, além de Grécia.

Conforme a Secretaria de Saúde do estado de São Paulo, a febre do Nilo é causada pelos vírus do gênero Flavivirus, transmitido pela picada dos mosquitos do gênero Culex. O homem é considerado um hospedeiro acidental do agente, que normalmente completa seu ciclo no corpo de aves silvestres.  Cerca de 20% dos infectados desenvolvem sintomas, que variam de febres passageiras até graves implicações no sistema nervoso central.

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Publicado em Doenças e Tratamentos

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