CARDIOPATIA ISQUÊMICA

Cardiopatia isquêmica afeta mulheres cada vez mais jovens, aponta estudo

A cardiopatia – doença cardíaca mais comum – afeta três vezes mais aos homens que às mulheres, mas os números se igualam na faixa etária das mulheres que se encontram na menopausa

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Cardiopatia isquêmica afeta mulheres cada vez mais jovens, aponta estudo

A cardiopatia isquêmica – diminuição do fluxo sanguíneo no músculo cardíaco por obstrução das artérias coronárias – afeta mulheres cada vez mais jovens, de acordo a um estudo cubano divulgados na última quinta-feira (7) no XXX Congresso Centro-americano e do Caribe de Cardiologia, realizado em Havana.

Segundo o estudo, que envolveu 3.000 mulheres que têm a doença, isso se deve aos maus hábitos de saúde. O médico Leonardo López Ferrero, vice-presidente da Sociedade Cubana de Cardiologia, citado pela Agência Cubana de Notícias, afirmou que “agora as mulheres fumam mais, padecem mais de diabetes, de obesidade e hipertensão arterial”, segundo o relatório divulgado no terceiro e penúltimo dia do evento.

López Ferrero, que também é chefe do departamento de Hemodinâmica do Instituto de Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular (ICCC), explicou que a cardiopatia – doença cardíaca mais comum – afeta três vezes mais aos homens que às mulheres, mas os números se igualam na faixa etária das mulheres que se encontram na menopausa.

O XXX Congresso Centro-americano e do Caribe de Cardiologia, que começou na terça-feira (5) e que termina nesta sexta (8), reúne 700 representantes de vários países.

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