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VSR Surto

Casos graves de crianças com vírus respiratório aumentam no outono

Contudo, exame prático pode auxiliar e agilizar o tratamento do VSR, principal responsável pelos resfriados no inverno

EFEEFE

Todos os anos, entre o outono e o inverno, as doenças respiratórias começam a importunar a população. Nas grandes cidades, que têm o adicional da poluição, as consequências das infecções são piores e, normalmente, quem mais sofre são crianças e idosos.

Em São Paulo, a contaminação que chama atenção neste mês é a do vírus sincicial respiratório (VSR), que atingiu níveis acima da média, em especial na população infantil, o que sobrecarrega hospitais da capital, gerando demora ou até mesmo impossibilidade de atendimento médico.

No mundo, são cerca de 60 milhões de infectados por ano, dentre os quais 160 mil morrem, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O VSR é um dos agentes oportunistas da época do ano que costuma causar resfriados leves, mas, nas crianças, pode provocar infecções mais graves, podendo evoluir para pneumonia e bronquiolite (infecções nos pulmões).

“O vírus é muito comum, é o principal agente de doenças respiratórias, que normalmente a população contrai. Com relação às crianças, no entanto, devemos ter cuidado especial, pois as implicações podem ser mais sérias”, alerta o infectologista Adelino de Melo Freire Júnior, ao EFESaúde.

Freire, que também é coordenador da Comissão de Infecção Hospitalar do Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte, destaca que é importante atentar-se aos agravantes que o inverno pode trazer. “Com a chegada do frio, é comum que o ar fique mais seco, o que facilita a proliferação do vírus. Além disso, como as pessoas permanecem em ambientes fechados, tendem a contaminar-se umas às outras”, previne.

Chegada do inverno favorece proliferação de doenças respiratórias. EFE/Mariscal

Exame

Para o infectologista, o atendimento à infecção poderia ser muito mais rápido e eficaz se os profissionais de saúde tivessem à disposição uma tecnologia que substitui os hemogramas.

O “point of care” consiste num exame feito com um tipo de cotonete, que coleta o material nasal e, como num teste de gravidez, indica com cores a presença ou não do antígeno (vírus), de maneira instantânea.

“Os testes com hemogramas não são imediatos, o que exige que os médicos iniciem o tratamento para várias possibilidades de doença, chegando ao uso de antibióticos, que muitas vezes é desnecessário”, explica Freire.

Segundo o especialista, embora o “point of care” seja um pouco mais caro que os tradicionais hemogramas, sua praticidade compensa, além de evitar muitos gastos com métodos aos acaso.

“A diferença de preço é ínfima se comparada ao benefício do exame. Com ele, os resultados são mais rápidos, o que permite que os locais de atendimento não fiquem sobrecarregados e que o tratamento seja conduzido da maneira mais apropriada possível”, argumenta.

Prevenção e Sintomas

A prevenção ao vírus é similar a resfriados e gripes: evitar o contato com pessoas infectadas, fugir de aglomerações e locais fechados e lavar constantemente as mãos.

Os sintomas são similares a um resfriado comum, mas, caso a doença evolua, as crianças podem apresentar dificuldade de respiração, febres altas e tosses incessantes.

Se detectado numa fase amena, o tratamento é basicamente no combate aos sintomas, com o uso de remédios e recomendação de repouso e hidratação.

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