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EBOLA

Vírus do ebola pode permanecer no sêmen por até um ano e meio, aponta estudo

Em pelo menos um caso, os pesquisadores encontraram rastros do vírus 565 dias depois de o paciente estar totalmente recuperado.

Vírus do ebola pode permanecer no sêmen por até um ano e meio, aponta estudo

Rastros de ebola podem permanecer no sêmen de pacientes que sobreviveram à doença por até um ano e meio após o contágio, período maior do que os cientistas esperavam. O relatório dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, publicado na revista médica “The Lancet”, concluiu que 9% dos 429 homens que sobreviveram ao ebola e que foram analisados tinham traços do vírus em seu sêmen, e 63% deles deram positivo para a presença dele até um ano depois de terem se recuperado da doença.

Em pelo menos um caso, os pesquisadores encontraram rastros do vírus 565 dias depois de o paciente estar totalmente recuperado.

SABER SOBREVIVÊNCIA DO VÍRUS PODE EVITAR NOVOS SURTOS

A pesquisa foi realizada em conjunto com especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde da Libéria, um dos países de África Ocidental nos quais a epidemia do vírus matou mais pessoas entre 2014 e 2015.

“Este programa fornece informações importantes sobre quanto tempo o ebola permanece no sêmen, o que é um componente essencial para prevenir novos surtos da doença e proteger os sobreviventes e seus entes queridos”, indicou o diretor dos CDC, Tom Frieden.

As autoridades sanitárias já alertaram em março de 2015 sobre o risco de novos surtos de ebola por razões sexualmente transmissíveis, depois de uma mulher adoecer e morrer pelo ebola após ter relações sexuais sem proteção com um sobrevivente do vírus depois de a epidemia já ter sido controlada. Neste caso, o sobrevivente tinha transmitido o vírus à sua parceira 199 dias depois de ter tido a doença.

O programa em conjunto com as autoridades sanitárias locais ajudou a criar maior consciência sobre a necessidade do uso de preservativos entre sobreviventes do vírus.

PIOR SURTO EM DÉCADAS

A Organização Mundial da Saúde declarou a Libéria livre do ebola em junho deste ano, depois de o país passar pelos 42 dias regulamentares sem nenhum novo caso, desde que o último infectado desse negativo duas vezes seguidas à presença do vírus no sangue.

A epidemia que afetou a África Ocidental entre 2014 e 2015 matou 11.310 pessoas nos três países mais afetados: Libéria, Serra Leoa e Guiné.

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