CELULAR

Usuários de meios digitais dormem menos horas do que ficam online

Os efeitos sobre a memória de longo prazo, a duração do tempo de atenção, o estresse e o impacto sobre a saúde são os problemas mais frequentes associados pelos participantes da pesquisa ao uso dos meios digitais.

  • Usuários de meios digitais dormem menos horas do que ficam online
Usuários de meios digitais dormem menos horas do que ficam online

Os usuários de meios digitais dormem menos horas do que o tanto que passam online, e embora a grande maioria pense que isto melhora sua qualidade de vida, não estão dispostos a pagar por serviços de maior qualidade.

Esse foi o resultado de uma pesquisa realizada pelo Fórum Econômico Mundial entre cinco mil usuários digitais em Brasil, China, Alemanha, África do Sul e Estados Unidos, representando assim todas as regiões e tanto países desenvolvidos como em desenvolvimento.

Só 34% dos usuários estão dispostos a pagar mais por um serviço melhor, um proporção que cai para 21% quando se trata de ter acesso a conteúdos educativos ou exclusivos em outra área. Mas 72% esperam que as companhias de internet protejam seus dados pessoais.

Há um entendimento geral de que os meios digitais tiveram um impacto positivo. 50% acreditam que sua vida é melhor graças a eles e uma em cada seis pessoas destacam sua utilidade para manter relações com amigos.

No entanto, a opinião sobre quão positivos são os meios digitais para a vida diária variam fortemente em cada país, com uma porcentagem elevada (entre 33 e 44%) de usuários no Brasil e na China que consideram que deveriam reduzir sua utilização.

Essa opinião é compartilhada por 20% dos usuários na Alemanha e nos Estados Unidos.

Em relação ao trabalho, dois terços dos entrevistados estimam que os meios digitais ajudam a fazer melhor seu trabalho, por facilitar os contatos profissionais, a parceria entre colegas, o desenvolvimento e a aprendizagem profissional.

Os efeitos sobre a memória de longo prazo, a duração do tempo de atenção, o estresse e o impacto sobre a saúde são os problemas mais frequentes associados pelos participantes da pesquisa ao uso dos meios digitais.

Em relação à vida privada, 41% assinalaram que foram influenciados na escolha dos meios digitais que utilizam por familiares e amigos, e só 5% pela publicidade.

De fato, um terço dos consultados afirmou utilizar bloqueadores de publicidade e controles de privacidade.

Outro aspecto relevante da pesquisa é a percepção que os usuários têm sobre a influência que os meios digitais tiveram em seu nível de participação política.

China e Brasil são os países onde mais gente – 70% e 62%, respectivamente – acreditam que que foram influenciados pela internet para um maior comprometimento político, muito acima dos 23% nos EUA, 29% na Alemanha e 39% na África do Sul.

Marcados com: ,
Publicado em Saúde e Bem-estar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*

Login

Registrar | Perdeu sua senha?