PESO

Uso exagerado de adoçantes não garante perda de peso

A nutricionista e pesquisadora Ana Paula Gines Geraldo avaliou o comportamento de adultos e idosos em relação ao consumo de adoçantes e como isso está ligado com o excesso de peso corporal.

  • mas infoMIA104 ORLANDO (FL, EEUU), 10/1/2012.- La prevalencia de obesidad sigue siendo alta en Estados Unidos, cerca del 30 por ciento en 12 estados del país, de acuerdo con un estudio de los Centros de Control y Prevención de Enfermedades (CDC) con sede en Atlante, divulgado el pasado mes de julio. El informe encontró que la obesidad constituye un problema en todos los estados y que ningún de ellos reportó niveles de obesidad inferiores al 20 por ciento en su población adulta en 2010. "Los niveles de obesidad estatales son todavía altos. Debemos continuar nuestros esfuerzos para revertir esta epidemia", declaró hoy el director de los CDC, Thomas Frieden. El informe encontró que 30 por ciento o más de los adultos en 12 estados son obesos, comparado con ningún estado con este nivel de obesidad en el año 2000. EFE/ROSARIO CANFRANCFoto: EFE/ROSARIO CANFRANCFoto: EFE/ROSARIO CANFRANC
Foto: EFE/ROSARIO CANFRANC

A utilização inadequada de adoçantes e alimentos dietéticos pode não contribuir para a redução de peso, é o que afirma estudo divulgado pela Universidade de São Paulo e revela que a falta de critério na dosagem do produto compromete as dietas.

A nutricionista e pesquisadora Ana Paula Gines Geraldo avaliou o comportamento de adultos e idosos em relação ao consumo de adoçantes e como isso está ligado com o excesso de peso corporal.

Os resultados revelaram que as mulheres são as maiores consumidoras de adoçantes e alimentos dietéticos, e segundo a pesquisa, isso acontece pela maior preocupação com controle de peso e estética deste sexo.

Sobre o consumo, a pesquisadora relata que os voluntários normalmente escolhem o tipo de adoçante dietético pelo sabor, mas não apresentam nenhum critério real para isso.

Ana Paula apresenta, com preocupação, que cerca de 15% dos participantes do estudo preferiram esguichar o adoçante líquido, ao invés de contar as gotas. “Isso faz com que a pessoa perca a noção da quantidade de adoçante consumida”, disse à Agência USP de Notícias.

Outro ponto observado pela pesquisadora foi que a estratégia de substituir o açúcar e os doces por adoçantes e alimentos dietéticos, isso para “economizar calorias”, acaba por incentivar o consumo de outros alimentos calóricos.

Segundo a nutricionista, esse comportamento pode ser perigoso para o controle de peso, pois o indivíduo pode exagerar no consumo de alimentos calóricos e não obter o benefício esperado do uso do adoçante, “um exemplo disso é ir à uma lanchonete pedir o maior hambúrguer, batata, sobremesa e beber refrigerante dietético”.

O estudo ressalta também que muitos consomem adoçantes dietéticos para controle de peso mas não mudam outros comportamentos, como a prática de atividade física e as escolhas na alimentação, foram encontrados grupos de sedentários com alto consumo de adoçantes, por exemplo.

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