PESQUISAS ZIKA

Universidade americana descobre novas pistas sobre como zika atinge feto

O estudo, publicado nesta quinta-feira na revista especializada “JCI Journals”, pode abrir novas vias para prevenir o contágio da zika ao feto, o que evitaria que este desenvolvesse microcefalia ou as outras doenças neurológicas provocadas vírus.

  • mas infoACOMPAÑA CRÓNICA: BRASIL ZIKA. BRA68. PIRACICABA (BRASIL), 27/01/2016.- La supervisora de producción de la empresa inglesa Oxitec, Karla Tepedino, observa mosquitos modificados genéticamente, este martes, 26 de enero de 2016, en Piracicaba, estado de Sao Paulo (Brasil). Una legión semanal de 800.000 mosquitos transgénicos combate en la ciudad brasileña de Piracicaba el Aedes aegypti, un transmisor del dengue y el zika que ha puesto en jaque a las autoridades sanitarias de Brasil y otros países de Latinoamérica. Los mosquitos transgénicos, cuya comercialización todavía está pendiente de aprobación por parte de los órganos reguladores, se aparejan en libertad con las hembras salvajes y transmiten el "gen letal" a sus descendientes, por lo que la nueva generación de mosquitos muere antes de llegar a la fase adulta, disminuyendo así su población. EFE/Sebastião MoreiraUniversidade americana descobre novas pistas sobre como zika atinge feto
Universidade americana descobre novas pistas sobre como zika atinge feto

Um grupo de cientistas da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, descobriu novos indícios sobre o modo como o vírus da zika em uma gestante passa a barreira materno-fetal e chega ao embrião, o que explicaria o desenvolvimento da microcefalia no bebê.

O estudo, publicado nesta quinta-feira na revista especializada “JCI Journals”, pode abrir novas vias para prevenir o contágio da zika ao feto, o que evitaria que este desenvolvesse microcefalia ou as outras doenças neurológicas provocadas vírus.

O epidemiologista Erol Fikrig e seus colegas de Yale examinaram para o estudo a infecção de diferentes tipos de célula da placenta pelo vírus da zika, entre elas os citotrofoblastos (que são células-tronco), os macrófagos placentários (do sistema imunológico) e os fibroblastos (do tecido cognitivo).

Essas células, presentes na placenta, que protege o feto de elementos prejudiciais, foram isoladas a partir de tecido da placenta de gestações normais e foram infectadas em cultivos com zika, segundo os pesquisadores. A maioria dos fibroblastos e de 10% a 15% dos macrófagos placentários resultaram infectadas e posteriormente disseminaram em vírus.

“Estas células específicas da placenta poderiam servir de depósito para a produção do vírus da zika dentro do compartimento fetal”, afirmou em comunicado Kellie Ann Jurado, uma das integrantes da equipe.

Os pesquisadores acreditam que o estudo mostra a necessidade de novos estudos para determinar a contribuição destas células na transmissão materno-fetal da zika. Segundo Kellie, conhecer as possíveis rotas da geração do vírus e sua transmissão através da placenta seria fundamental para identificar estratégias preventivas contra o vírus.

De acordo com os Centros para o Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, mais de 50 países e territórios sofrem com a epidemia da zika atualmente, a maioria na América Latina e no Caribe.

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Um grupo de cientistas da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, descobriu novos indícios sobre o modo como o vírus da zika em uma gestante passa a barreira materno-fetal e chega ao embrião, o que explicaria o desenvolvimento da microcefalia no bebê.

O estudo, publicado nesta quinta-feira na revista especializada “JCI Journals”, pode abrir novas vias para prevenir o contágio da zika ao feto, o que evitaria que este desenvolvesse microcefalia ou as outras doenças neurológicas provocadas vírus.

O epidemiologista Erol Fikrig e seus colegas de Yale examinaram para o estudo a infecção de diferentes tipos de célula da placenta pelo vírus da zika, entre elas os citotrofoblastos (que são células-tronco), os macrófagos placentários (do sistema imunológico) e os fibroblastos (do tecido cognitivo).

Essas células, presentes na placenta, que protege o feto de elementos prejudiciais, foram isoladas a partir de tecido da placenta de gestações normais e foram infectadas em cultivos com zika, segundo os pesquisadores. A maioria dos fibroblastos e de 10% a 15% dos macrófagos placentários resultaram infectadas e posteriormente disseminaram em vírus.

“Estas células específicas da placenta poderiam servir de depósito para a produção do vírus da zika dentro do compartimento fetal”, afirmou em comunicado Kellie Ann Jurado, uma das integrantes da equipe.

Os pesquisadores acreditam que o estudo mostra a necessidade de novos estudos para determinar a contribuição destas células na transmissão materno-fetal da zika. Segundo Kellie, conhecer as possíveis rotas da geração do vírus e sua transmissão através da placenta seria fundamental para identificar estratégias preventivas contra o vírus.

De acordo com os Centros para o Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, mais de 50 países e territórios sofrem com a epidemia da zika atualmente, a maioria na América Latina e no Caribe.

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