DSTs

Sistema público de saúde incorpora medicamentos contra sífilis

A partir desta semana, o SUS passa a incorporar em sua oferta gratuita de medicamentos a doxiciclina, 100 mg em comprimidos, para tratamento da sífilis.

  • Foto: EPA/MICHAEL REYNOLDSFoto: EPA/MICHAEL REYNOLDS
Foto: EPA/MICHAEL REYNOLDS

O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a incorporar um novo remédio para combate, controle e diagnóstico da sífilis; doença que atinge anualmente no Brasil mais de 937 mil pessoas em uma população sexualmente ativa, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A partir desta semana, o SUS passa a incorporar em sua oferta gratuita de medicamentos a doxiciclina, 100 mg em comprimidos, para tratamento da sífilis -doença sexualmente transmissível que, quando não recebe o devido tratamento, pode comprometer o sistema nervoso central, cardiovascular e órgãos como olhos, pele e ossos.

A medida acompanha um compromisso do governo de combater a incidência desta doença em gestantes e sua infecção vertical para os recém-nascidos. Há 10 anos, 1,6% das mulheres grávidas estavam infectadas com a doença -número aproximado de 49 mil indivíduos, de acordo com a OMS. A sífilis durante a gravidez pode causar aborto, além de cegueira, surdez, deficiência mental e malformações no feto, informou o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais.

Formas de contágio

  • Prática sexual sem proteção;
  • Transfusão de sangue contaminado;
  • Mãe infectada durante a gravidez ou o parto.

Sinais e sintomas

  • Pequenas feridas indolores nos órgãos sexuais;
  • Caroços indolores nas virilhas;
  • Manchas em várias partes do corpo (inclusive mãos e pés) e queda dos cabelos.
  • Cegueira;
  • Paralisia.

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