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Fosfoetanolamina, o experimento que pode ser solução para tratar o câncer

Entre estudos e possível liberação, pílula contra o câncer é “sobrevida” de pacientes com câncer.

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A tão esperada solução para o tratamento do câncer pode ser brasileira. Mas ainda não há provas clínicas em humanos que possam garantir o benefício que é a esperança de mais de um terço de brasileiros que são pacientes com a doença. Em São Carlos, o pesquisador Gilberto Chierice desenvolveu um estudo com uma substância chamada fosfoetanolamina, onde descobriu que através de um processo de sintetização a tal molécula pode ‘bloquear’ células tumorosas de se espalhar no organismo humano.São ao todo 25 anos de pesquisa, milhares de pacientes que, como cobaias, utilizaram a pílula e evidenciaram resultados positivos. No entanto, os relatos não valem para os órgão de regulação brasileiros, como é o trâmite da Anvisa.

Com o boom de notícias nos últimos três meses, o Governo Federal anunciou que vai financiar a pesquisa até 2017 e o governo de São Paulo vai auxiliar na aceleração dos estudos no estado.Enquanto isso, pacientes e pesquisadores defendem a urgência do estudo com a fosfoetanolamina sintética e brigam na justiça por liminares para liberação do ‘remédio’ para uso paliativo. Para entender todos os lados da história da fosfoetanolamina e da esperança que ela pode ser para pacientes com câncer, o EFESaúde preparou um especial de fim de ano para discutir o assunto, que foi um dos mais polêmicos de 2015 na área de saúde.

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EFE/SEBASTIÃO MOREIRA

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Fosfoetanolamina: Pílula contra o Câncer

A substância que forma a polêmica pílula contra o câncer é a versão sintetizada de um composto químico orgânico que está presente no organismo.

 

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O que tem sido feito é recorrer através de liminares judiciais, que são pedidos na justiça para obter o tratamento experimental.

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Publicado em Doenças e Tratamentos

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