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SAÚDE DA MULHER

ONU quer aumentar prevenção para mulheres com HIV

As mulheres são mais vulneráveis a esse vírus que os homens e uma das razões disso é a violência doméstica e os abusos sexuais.

Foto: EFE/Narong SangnakFoto: EFE/Narong Sangnak

O Programa das Nações Unidas sobre a Aids e o HIV (Unaids) sustentou hoje que é urgente aumentar o acesso de mulheres e meninas aos programas de prevenção e ao tratamento do Vírus de Imunodeficiência Humana (HIV), com o qual cada ano um milhão delas resulta infectada.

Em um relatório divulgado hoje pelo #DiaInternacionaldaMulher, a organização afirmou que em 2015 havia 18,6 milhões de mulheres e meninas vivendo com o HIV e que 470.000 morreram por esta causa.

As mulheres são mais vulneráveis a esse vírus que os homens e uma das razões disso é a violência doméstica e os abusos sexuais.

Violência: o território do HIV

No comunicado, a Unaids mencionou dados que apontam uma alta prevalência do HIV em lugares onde as mulheres sofrem violência por parte de seu casal: a probabilidade que contraiam o vírus é cerca de 50% maior que no resto de mulheres.

“Comportamentos estruturais e fatores biológicos fazem parte do risco de infecção do HIV entre mulheres”, disse em nota o diretor-executivo da Unaids, Michel Sidibé.

Outros fatores que aumentam a vulnerabilidade das mulheres são a falta de acesso à educação e os serviços sanitários oferecidos, assim como a falta de poder de decisão por uma questão cultural.

O órgão relacionou estas variáveis também com o fato de que só em 30%  de países do mundo o número de meninos e meninas que vão à escola (ensino médio) é igual.

Em Botsuana, por exemplo, cada ano na escola significa uma redução de aproximadamente 11%  do risco de uma menina contrair o HIV.

Enquanto isso, na África, só um terço das mulheres entre 15 e 24 anos têm a palavra final em decisões sobre sua própria saúde.

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Publicado em Saúde de Gênero

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