SAÚDE DA MULHER

ONU quer aumentar prevenção para mulheres com HIV

As mulheres são mais vulneráveis a esse vírus que os homens e uma das razões disso é a violência doméstica e os abusos sexuais.

  • mas infoNAR03 BANGKOK (TAILANDIA) 19/06/2015.- Una mujer con su bebé en brazos utiliza una mascarilla como protección del Síndrome Respiratorio de Oriente Medio (SROM) o nuevo coronavirus en el Instituto de Enfermedades Infecciosas en la provincia de Nonthaburi a las afueras de Bangkok (Tailandia) hoy, viernes 19 de junio de 2015. El ministro tailandés de Salud Pública, Rajata Rajatanavin, confirmó la víspera que un hombre de 75 años procedente de Omán ha dado positivo en los análisis llevados a cabo por dos laboratorios. El paciente llegó el lunes a Bangkok para ser tratado en un hospital privado de la capital tailandesa por problemas cardiacos y donde se le detectaron los primeros síntomas del SROM. EFE/Narong SangnakFoto: EFE/Narong SangnakFoto: EFE/Narong Sangnak
Foto: EFE/Narong Sangnak

O Programa das Nações Unidas sobre a Aids e o HIV (Unaids) sustentou hoje que é urgente aumentar o acesso de mulheres e meninas aos programas de prevenção e ao tratamento do Vírus de Imunodeficiência Humana (HIV), com o qual cada ano um milhão delas resulta infectada.

Em um relatório divulgado hoje pelo #DiaInternacionaldaMulher, a organização afirmou que em 2015 havia 18,6 milhões de mulheres e meninas vivendo com o HIV e que 470.000 morreram por esta causa.

As mulheres são mais vulneráveis a esse vírus que os homens e uma das razões disso é a violência doméstica e os abusos sexuais.

Violência: o território do HIV

No comunicado, a Unaids mencionou dados que apontam uma alta prevalência do HIV em lugares onde as mulheres sofrem violência por parte de seu casal: a probabilidade que contraiam o vírus é cerca de 50% maior que no resto de mulheres.

“Comportamentos estruturais e fatores biológicos fazem parte do risco de infecção do HIV entre mulheres”, disse em nota o diretor-executivo da Unaids, Michel Sidibé.

Outros fatores que aumentam a vulnerabilidade das mulheres são a falta de acesso à educação e os serviços sanitários oferecidos, assim como a falta de poder de decisão por uma questão cultural.

O órgão relacionou estas variáveis também com o fato de que só em 30%  de países do mundo o número de meninos e meninas que vão à escola (ensino médio) é igual.

Em Botsuana, por exemplo, cada ano na escola significa uma redução de aproximadamente 11%  do risco de uma menina contrair o HIV.

Enquanto isso, na África, só um terço das mulheres entre 15 e 24 anos têm a palavra final em decisões sobre sua própria saúde.

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Publicado em Saúde de Gênero

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