CÂNCER DE PRÓSTATA

Novo estudo quer descobrir se exercício ajuda contra câncer de próstata

O ensaio, realizado por pesquisadores da universidade inglesa de Sheffield, parte da ideia que o esporte melhora a saúde geral e a qualidade de vida, e por isso poderia ajudar a conter o crescimento de células cancerígenas.

  • mas infoGRA080.GRANADA, 01/01/16.-Científicos de la Universidad de Granada y especialistas del hospital Virgen de las Nieves de Granada comprueben con frío, última tecnología y sentadillas si el ejercicio permite activar la grasa parda, el tejido adiposo "bueno" que podría prevenir y combatir la obesidad y ciertos tipos de diabetes.Una habitación a 20 grados, un chaleco con agua helada para bajar la temperatura corporal y una revisión rápida a las constantes son el pistoletazo de salida de esta carrera diseñada para saber más sobre la grasa parda, un tejido adiposo que podría esconder las claves para combatir la obesidad o la diabetes y mejorar la salud cardiovascular. En la foto los monitores hacen sus pruebas junto a voluntarios universitarios.EFE/Miguel Ángel MolinaFoto: EFE/Miguel Ángel MolinaFoto: EFE/Miguel Ángel Molina
Foto: EFE/Miguel Ángel Molina

 Um novo estudo clínico anunciado nesta quarta-feira no Reino Unido pretende comprovar se o exercício físico pode ajudar os homens a combater o câncer de próstata e melhorar sua esperança de vida.

O ensaio, realizado por pesquisadores da universidade inglesa de Sheffield, parte da ideia que o esporte melhora a saúde geral e a qualidade de vida, e por isso poderia ajudar a conter o crescimento de células cancerígenas.

A equipe de pesquisa, apoiado pela fundação Cancer Research UK, acompanhará durante 12 meses 50 homens diagnosticados com câncer de próstata localizado.

Neste período, alguns deles realizarão sessões aeróbicas semanais supervisionadas, enquanto o resto dos voluntários receberá unicamente informação sobre os benefícios do esporte.

Os pesquisadores os examinarão ao longo deste período e analisarão se os níveis sanguíneos do antígeno prostático específico, uma proteína produzida pelas células prostáticas cuja presença ajuda a comprovar se o tumor está crescendo.

Se os resultados forem encorajadores, com uma redução dos níveis da proteína, a equipe pretende realizar um teste em maior escala dentro de um ano e determinar se o exercício pode ser um tratamento oferecido pelo Serviço Nacional de Saúde (NHS).

O diretor do estudo, Liam Bourke, apontou que os dados que sugerem que o exercício pode ser benéfico para regular o crescimento das células cancerígenas, reparar o DNA e evitar a extensão do câncer.

“O estudo se baseia no que já sabemos e é o primeiro passo para descobrirmos se a atividade física poderia ser um tratamento efetivo e prático do NHS para o câncer de próstata localizado”, explicou.

O câncer de próstata é uma das formas mais comuns de câncer entre homens, com 43.400 pacientes diagnosticados a cada ano e em torno de 10.800 casos de morte no Reino Unido.

Os tratamentos atuais contra a doença incluem a intervenção cirúrgica e a radioterapia, mas ambas têm riscos e efeitos secundários.

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