AMÉRICA LATINA

Fórum analisa otimização da tomada de decisões em saúde na A. Latina

Relatório aponta que existem entre 2 e 4 milhões de pessoas que caíram na zona da pobreza pelas despesas que assumiram por conta de gastos privados em saúde.

  • Foto: EFE/Bilawal ArbabFoto: EFE/Bilawal Arbab
Foto: EFE/Bilawal Arbab

Alternativas para superar a desigualdade no acesso aos tratamentos e otimizar a tomada de decisões dos sistemas de saúde na América Latina serão debatidos a partir desta sexta-feira em um fórum internacional da Federação Latino-americana da Indústria Farmacêutica (Fifarma) e Roche.

De acordo com números da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Banco Mundial (BM), na América Latina e no Caribe a cobertura de saúde aumentou em 46 milhões de pessoas desde o ano 2000.

Apesar de ter avançado à meta da cobertura universal em saúde, ainda há um longo caminho que a percorrer.

O BM afirmou em um relatório publicado em 2015 que ainda existe “a impossibilidade de alguns sistemas de saúde de se transformar de acordo com as necessidades”, em relação ao aumento na expectativa de vida da população.

O estudo intitulado “Avanços para a cobertura universal de saúde e a igualdade na América Latina e Caribe. Evidência de alguns países selecionados“, foi realizado na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Jamaica, México, Peru e Uruguai.

Além disso, o relatório aponta que existem entre 2 e 4 milhões de pessoas que caíram na zona da pobreza pelas despesas que assumiram por conta de gastos privados em saúde.

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