TECNOLOGIA MÉDICA

EUA aprovam pílula para tratar epilepsia criada com impressora 3D

A empresa indicou que, graças à tecnologia de impressão tridimensional, foi possível criar com detalhes uma estrutura porosa que permite que a pastilha se dissolva mais rapidamente, ao mesmo tempo que concentra uma maior quantidade de remédio.

  • mas infoCAM02 CAMBRIDGE (REINO UNIDO) 01.06.09 Píldoras a base de tomate desarrolladas en Cambridge (Reino Unido), el 31 de mayo de 2009. Científicos británicos han desarrollado una píldora que concentra el poder antioxidante de la piel del tomate y es capaz de reducir drásticamente los niveles de colesterol en ocho semanas. Según los expertos, el nuevo fármaco, que se presenta hoy en una conferencia de la Sociedad Británica de Enfermedades Cardiovasculares, el nuevo fármaco es "mucho más eficaz" que las estatinas que se toman habitualmente para combatir el riesgo de infarto. Las pruebas efectuadas con 150 personas que sufrían de enfermedades cardíacas demostraron su capacidad de reducir casi a cero en ocho semanas los niveles de lípidos nocivos en la sangre. EFE/Dave Evitts. ***PROHIBIDO SU USO EN REINO UNIDO E IRLANDA***Foto: EFE/Dave EvittsFoto: EFE/Dave Evitts
Foto: EFE/Dave Evitts

A empresa Aprecia Pharmaceuticals anunciou nesta terça-feira que conseguiu a aprovação da Administração de Alimentos e Remédios (FDA) dos EUA para comercializar uma pílula contra a epilepsia produzida com uma impressora 3D.

A empresa indicou que, graças à tecnologia de impressão tridimensional, foi possível criar com detalhes uma estrutura porosa que permite que a pastilha se dissolva mais rapidamente, ao mesmo tempo que concentra uma maior quantidade de remédio.

O sistema de impressão, batizado de ZipDose, pode concentrar até 1.000 miligramas em um só dose, segundo indicou a companhia, com base em Ohio (EUA), em seu comunicado.

O remédio da Aprecia Spritam, o primeiro produzido por impressão 3D, chegará ao mercado no início de 2016.

A tecnologia de impressão tridimensional ficou extremamente mais barata nos últimos anos, permitindo a desenvolvedores, desenhistas e especialistas de todos os tipos de disciplinas aplicá-la à criação em tempo recorde de peças e ferramentas mais complexas.

Até o momento, a FDA tinha aprovado a comercialização de aparatos médicos e próteses criadas com impressoras 3D.

Segundo a Aprecia, sua nova tecnologia de impressão de remédios servirá para melhorar a administração em crianças e idosos.

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