ÁLCOOL

Estudo revela que molécula protege o cérebro dos efeitos do álcool

A molécula foi testada em ratos e os pesquisadores conseguiram reduzir a neuroinflamação e os efeitos tóxicos que a ingestão de álcool produz no cérebro.

  • mas infoMOS07. MOSCÚ (RUSIA), 24/07/2011.- Varios rusos beben cerveza en Moscú, Rusia, hoy domingo, 24 de julio de 2011. Según ha hecho público el Kremlin, el alcoholismo en Rusia es tan malo que 500.000 personas mueren al año por enfermedades, crímenes y accidentes relacionados con el alcohol. El Gobierno ruso ha probado múltiples cosas para combatir el alcoholismo a lo largo de los años, como quitar el vodka de las baldas de los establecimientos y más recientemente, subir el precio del vodka. El presidente ruso, Dmitry Medvedev ha firmado un proyecto de ley calificando a la cerveza como bebida alcohólica y restringiendo su venta. La ley entrará en vigor el 1 de enero de 2013. EFE/Sergei IlnitskyFoto: EFE/Sergei IlnitskyFoto: EFE/Sergei Ilnitsky
Foto: EFE/Sergei Ilnitsky

Uma equipe de cientistas identificou uma molécula capaz de prevenir os efeitos que o consumo abusivo e intenso de álcool tem no cérebro.

A molécula OEA (oleoletanolamina) foi testada em ratos e os pesquisadores conseguiram reduzir a neuroinflamação e os efeitos tóxicos que a ingestão de álcool produz no cérebro.

A responsável pelo trabalho, Laura Orio, da Universidade Complutense de Madri, explicou à Agência Efe que os níveis elevados de álcool no sangue gerados pela ingestão intensa provocam um impacto negativo no cérebro, já que nele se dá uma resposta imune e inflamatória descontrolada e afeta, entre outras áreas, à crosta cerebral.

A molécula usada nesta pesquisa foi descoberta em 2001 por outra equipe de pesquisadores espanhóis, que a encontrou no chocolate preto e no corpo humano, onde é gerada de forma natural, liberada no intestino e viaja ao cérebro. Até agora, esta molécula tinha sido estudada somente com relação ao controle de apetite.

Para este trabalho, Laura e sua equipe administraram aos animais álcool e a molécula ao mesmo tempo e comprovaram que esta última é capaz de reduzir a neuroinflamação exacerbada.

“Constatamos que este composto OEA tem propriedades anti-inflamatórias contra o dano cerebral”, afirmou a científica.

Agora, o próximo passo será comprovar este efeito preventivo em voluntários humanos. O teste será feito em estudantes da UCM.

Se as pesquisas continuam seu curso e os resultados forem bons, “no futuro poderemos conseguir um bom tratamento farmacológico para tratar qualquer tipo de abuso de álcool”.

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