Obesidade

Estudo descobre mecanismo de transmissão da obesidade de mãe para filho

Cientistas australianos decifraram um mecanismo importante em cobaias que poderia explicar a transmissão da obesidade de mãe para filho e as dificuldades de uma mulher obesa para ficar grávida.

  • mas infoMIA104 ORLANDO (FL, EEUU), 10/1/2012.- La prevalencia de obesidad sigue siendo alta en Estados Unidos, cerca del 30 por ciento en 12 estados del país, de acuerdo con un estudio de los Centros de Control y Prevención de Enfermedades (CDC) con sede en Atlante, divulgado el pasado mes de julio. El informe encontró que la obesidad constituye un problema en todos los estados y que ningún de ellos reportó niveles de obesidad inferiores al 20 por ciento en su población adulta en 2010. "Los niveles de obesidad estatales son todavía altos. Debemos continuar nuestros esfuerzos para revertir esta epidemia", declaró hoy el director de los CDC, Thomas Frieden. El informe encontró que 30 por ciento o más de los adultos en 12 estados son obesos, comparado con ningún estado con este nivel de obesidad en el año 2000. EFE/ROSARIO CANFRANCFoto: EFE/ROSARIO CANFRANCFoto: EFE/ROSARIO CANFRANC
Foto: EFE/ROSARIO CANFRANC

Cientistas australianos decifraram um mecanismo importante em cobaias que poderia explicar a transmissão da obesidade de mãe para filho e as dificuldades de uma mulher obesa para ficar grávida, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira.

As mães obesas “transmitem” problemas metabólicos para os bebês através das mudanças mitocondriais de seus óvulos, que ocorrem muito antes da concepção, segundo a pesquisa liderada pela bióloga geneticista Rebecca Robker, publicada na revista “Development”.

Antes, a pesquisadora da Universidade de Adelaide havia observado que as mulheres obesas não respondiam bem aos tratamentos de fertilidade e que tinham uma tendência ao aborto espontâneo, independentemente se concebessem ou não de forma natural.

No novo trabalho, os pesquisadores descobriram que os óvulos dos ratos de laboratório com problemas de obesidade se diferenciavam em alguns aspectos em relação aos pares magros.

Em um deles isso foi observado nas mitocôndrias, que produzem a energia necessária para a atividade celular, e que no caso dos exemplares com sobrepeso estavam danificadas, eram disfuncionais ou havia menos do que deveria.

Os cientistas também encontraram uma quantidade menor de DNA mitocondrial nos embriões dos ratos de laboratório obesos em uma grande gama de tecidos, entre eles os do coração, do fígado, dos músculos e dos rins, inclusive quando estes embriões foram transplantados no ventre de um rato magro.

Os cientistas também conseguiram reverter o dano nos óvulos dos ratos de laboratório com remédios que reduziram o estresse celular, o que abre a possibilidade para a criação de um tratamento para as mulheres obesas.

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Publicado em Saúde e Bem-estar

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