CUBA MÉDICOS

Embaixador em Cuba confirma que Brasil quer mais médicos da ilha em 2015

Como demonstração deste objetivo de estreitar relações comerciais, o Brasil conta neste ano com a presença de 45 empresas exportadoras de diversos setores na Feira Internacional de Havana, seu recorde até o momento.

  • mas infoGRA023 MADRID, 5/11/2014.- Los médicos que han atendido a Teresa Romero, poco antes de la conferencia de prensa que han ofrecido hoy en el hospital Carlos III en la que han subrayado que la auxiliar de enfermería, que abandonará hoy el hospital, podrá hacer vida "completamente normal" y no podrá transmitir la enfermedad porque es un virus que no permanece en el organismo tras la curación.EFE/ Fernando AlvaradoEmbaixador em Cuba confirma que Brasil quer mais médicos da ilha em 2015
Embaixador em Cuba confirma que Brasil quer mais médicos da ilha em 2015

O embaixador brasileiro em Cuba, Cesario Melantonio Neto, afirmou nesta quinta-feira que o governo, que já conta com mais de 11.800 médicos cubanos generalistas, deseja receber mais profissionais da ilha para o próximo ano, principalmente especialistas.

“Temos que discutir com as autoridades cubanas, mas nos interessa receber médicos especialistas se houver disponibilidade”, declarou hoje o embaixador em entrevista coletiva na Feira Internacional de Havana (Fihav 2014).

O diplomata destacou a “alta satisfação” das 48 milhões de pessoas que no Brasil recebem atendimento primário dos médicos cubanos como parte do programa Mais Médicos, criado em 2013.

Segundo uma pesquisa recente, 88% destas pessoas qualificou o atendimento recebido como ótimo ou muito bom, quando no começo do ano a porcentagem era de 63%.

O embaixador disse ser consciente da importância da exportação de serviços médicos para Cuba, já que é sua principal fonte de receita com US$ 8,5 bilhões anuais, motivo pelo qual reiterou a intenção do Brasil de aprofundar esta colaboração no longo prazo.

Além do setor médico, o embaixador ressaltou as boas relações comerciais entre Brasil e Cuba, que movimentam a ainda modesta quantia de US$ 2 bilhões ao ano.

Como demonstração deste objetivo de estreitar relações comerciais, o Brasil conta neste ano com a presença de 45 empresas exportadoras de diversos setores na Feira Internacional de Havana, seu recorde até o momento.

Seu pavilhão de 1.400 metros quadrados abriga empresas dos setores de moda, construção, alimentos, bebidas, higiene, cosmética, maquinaria e indústria de equipamentos, transporte e tecnologias da informação.

Seu objetivo é superar os números conseguidos na edição anterior da feira, quando as 33 empresas participantes registraram exportações no valor de US$ 97 milhões como consequência dos contratos imediatos ou nos 12 meses posteriores à feira.

Sobre o projeto da Zona Especial de Desenvolvimento de Mariel (ZEDM), a primeira de seu tipo em Cuba e situada cerca de 45 quilômetros de Havana, o embaixador expressou a intenção do Brasil de participar da segunda fase de desenvolvimento, embora esteja pendente de que as autoridades cubanas decidam como se pode concretizar essa parceria.

O Escritório Regulatório do ZEDM anunciou ontem que começará a receber os primeiros projetos de investimento no final deste ano ou no início de 2015 em setores como agroalimentação e energia renovável.

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Publicado em Ciência Médica

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