OBESIDADE

Efeito da obesidade nos tecidos favorece o câncer de mama

O aumento da rigidez nos tecidos adiposos das mamas modifica a comunicação química entre as células, e isso favorece o crescimento de tumores.

  • mas infoSHM08 - NUEVA YORK (EEUU), 05/20/2004.- En una reunión celebrada hoy, jueves 20 de mayo, por la Sociedad de Hipertensión de Estados Unidos en Nueva York, (EEUU) se determinó que la presión arterial de los niños y jóvenes en los EEUU será cuidadosamente vigilada. La decisión fue tomada después de un estudio publicado en la revista "Pedriatics" del mes de julio, el que indica que ha habido un incremento en las cifras de niños de corta edad con problemas de obesidad. EFE/FerroFoto: EFE/FerroFoto: EFE/Ferro
Foto: EFE/Ferro

O efeito da obesidade nos tecidos dos seios favorece o desenvolvimento do câncer de mama, o que já se sabia que era um fator de risco para a doença, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira pela revista “Science Translational Medicine”.

O aumento da rigidez nos tecidos adiposos das mamas modifica a comunicação química entre as células, e isso favorece o crescimento de tumores, segundo conclui a pesquisa, elaborada por especialistas de três instituições dos Estados Unidos.

Os cientistas estudaram o tecido mamário de pessoas obesas e de pessoas dentro do peso ideal, assim como de ratos com obesidade. Na pesquisa, alguns ratos submetidos a dieta apresentaram o desaparecimento de alguns desses efeitos, o que não foi comprovado com humanos.

Os especialistas determinaram que as células pré-cancerosas que crescem em tecidos gordurosos têm mais probabilidades de se transformarem em um tumor maligno do que as células que crescem em tecidos com menos gordura.

O diagnóstico para as pacientes com câncer de mama que são obesas costuma ser pior que o das mulheres dentro do peso ideal. No entanto, poucos tratamentos contra o câncer de mama são voltados especialmente às mulheres com obesidade.

A pesquisa ressalta a importância de se saber o que acontece em nível celular para que possam ser desenvolvidos tratamentos mais efetivos.

Os responsáveis pelo estudo são das universidades Weill Cornell Medical College e Cornell University, e do centro de pesquisa do câncer Memorial Sloan Kettering Cancer Center, todos situados em Nova York.

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Publicado em Saúde de Gênero

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