EBOLA

China enviará 480 médicos para ajudar no tratamento de ebola na Libéria

O governo da China enviará 480 médicos para a Libéria para ajudar no tratamento de doentes de ebola em um centro médico que está centro construído pelo país asiático na nação africana, informou nesta quinta-feira um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Hong Lei, em entrevista coletiva.

  • mas info- (ESTADOS UNIDOS), 05/08/2014.- Imagen facilitada hoy 5 de agosto de 2014 por el Centro para el Control y Prevención de Enfermedades (CDC) estadounidense que muestra el virus del Ébola. El Departamento de Salud Pública (CPH) de la ciudad de Columbus (Ohio) confirmó hoy que se investiga un posible caso de ébola en una mujer de 46 años internada en un hospital local después de regresar a Estados Unidos de un viaje por África Occidental. EFE/Frederick A. Murphy **SÓLO USO EDITORIAL**Imagem microscópica do vírus ebola. Foto: DivulgaçãoImagem microscópica do vírus ebola. Foto: Divulgação
Imagem microscópica do vírus ebola. Foto: Divulgação

O governo da China enviará 480 médicos para a Libéria para ajudar no tratamento de doentes de ebola em um centro médico que está centro construído pelo país asiático na nação africana, informou nesta quinta-feira um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Hong Lei, em entrevista coletiva.

A construção do centro, que terá cem macas e será gerido pelos chineses, já se iniciou e o local deverá estar operando com capacidade máxima no fim do mês.

“A China sente o sofrimento das nações africanas, e como irmãos que somos oferecemos nossa assistência na medida de nossas capacidades”, disse Hong.

O porta-voz explicou que os primeiros 160 médicos chegarão neste próximo domingo e os 320 restantes serão enviados quando o centro estiver finalizado.

Hong lembrou que desde o surto da epidemia, em março, a China enviou cinco remessas de ajuda aos três países mais afetados pelo ebola (Guiné, Serra Leoa e Libéria), a última delas anunciada pelo presidente Xi Jinping no final de outubro e no valor de US$ 82 milhões.

O porta-voz afirmou que a China “nunca deixou a linha de frente” e que, ao contrário de outros países, não evacuou seu corpo diplomático, trabalhadores humanitários, a missão chinesa das Nações Unidas na Libéria e as empresas chinesas que operam nestas três nações.

“Sempre cumprimos nossa palavra e honramos nossas promessas quando ajudamos a África”, disse Hong. O porta-voz acrescentou que a China trabalha com 10 países vizinhos das nações atingidas pela doença para construir uma rede de controle de doenças contagiosas.

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Publicado em Doenças e Tratamentos

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