Aids

Cai o número de bebês nascidos com HIV na América Latina

A quantidade total de bebês nascidos com o vírus da Aids na América Latina e no Caribe reduziu 78% entre 2001 e 2013, conforme um relatório divulgado nesta segunda-feira.

  • mas infoBOG4. CALI (COLOMBIA), 29/10/05. Varios bebés se preparan para tomar la salida en la primera maratón de bebés gateadores, realizada hoy en Cali. Los pequeños recorrieron los cinco metros animados por sus padres. EFE/Carlos Julio Martínez EFE/Carlos Julio Martínez EFE/Carlos Julio Martínez
 EFE/Carlos Julio Martínez

A quantidade total de bebês nascidos com o vírus da Aids na América Latina e no Caribe reduziu 78% entre 2001 e 2013, conforme um relatório divulgado nesta segunda-feira pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O estudo foi elaborado com dados de OPS, Unicef e Unaids, e estima que 10.700 crianças nasceram com o HIV na região em 2001. Em 2013, esse número caiu para 2.300, o que representa 5% de todos os recém-nascidos na região filhos de mães portadoras do vírus. Segundo a OPS, os países da América Latina e o Caribe fixaram como meta reduzir essa porcentagem de 5% para menos de 2% em 2015.

“Garantir que todas as crianças das Américas nascem livres do HIV é possível e há países que já fizeram progressos rumo a esse objetivo”, explicou em comunicado Massimo Ghidinelli, chefe da unidade de HIV-AIDS, hepatite e doenças sexualmente transmissíveis da OPS.

A OPS estima que, em 2013, 74% das grávidas tinham acesso aos testes para detectar o vírus da Aids, frente a 62% em 2010, e que 93% das mães com o HIV recebiam tratamento, enquanto apenas 59% eram assistidas em 2010.

Em sua opinião, agora é necessário “um impulso final” para garantir que todas as grávidas da região tenham acesso a serviços de saúde sexual e reprodutiva, incluindo teste de HIV e tratamento anti-retroviral.

Os dados da Unaids indicam que em 2013 havia na América Latina 1,3 milhões de pessoas portadoras do HIV. No mundo, há 35 milhões de portadores desse vírus e 19 milhões deles não sabem, segundo a ONU. A organização assinala que em 2013 cerca de 1,5 milhão de pessoas morreram dessa causa, o que representa uma queda de 35% com relação a 2005.

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Publicado em Doenças e Tratamentos     Saúde sexual

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