ZIKA

Brasil fecha parceria internacional para produção da vacina contra o zika

A parceria do órgão estatal com o Ministério de Saúde dos Estados Unidos prevê investimentos de mais de R$ 10 milhões, sendo o primeiro recurso financeiro que o Instituto recebe para pesquisas contra a doença.

  • mas infoEFE/EUA CARIBE SHM09 PROVO (UT, EEUU), 1/5/2009.- Una enfermera prepara este viernes 1 de mayo las vacunas contra la gripe estacional que serán inyectadas en la Clinica de la Inmunización en la ciudad de Provo (Utah). Sin embargo, según la directora de la Organización Mundial de la Salud (OMS) para la Investigación de Vacunas, Marie-Paule Kieny, esta vacuna no es efectiva para prevenir el nuevo virus AH1N1. Kieny recordó que la fabricación de vacunas resulta de un complejo proceso que, en algunos casos, ha hecho imposible formular vacunas para determinadas enfermedades, como el sida. Sin embargo, se mostró confiada en la "tremenda experiencia" que tiene la industria farmacéutica en el área de vacunas para la gripe estacional. EFE/GEORGE FREYFoto:  EFE/GEORGE FREYFoto: EFE/GEORGE FREY
Foto:  EFE/GEORGE FREY

O Instituto Butantan, principal produtor de imunobiológicos do Brasil, fechou parceria internacional para o desenvolvimento de uma vacina contra o Zika vírus, acordo anunciado na última sexta-feira (24) e repercutido hoje.

A parceria do órgão estatal com o Ministério de Saúde dos Estados Unidos prevê investimentos de mais de R$ 10 milhões, sendo o primeiro recurso financeiro que o Instituto recebe para pesquisas contra a doença.

A instituição receberá investimento de 3 milhões de dólares do órgão americano Biomedical Advanced Research and Development Authority (BARDA), (HSS, na sigla em inglês), para produzir um método de imunização com o vírus zika inativado.

“O Butantan já vem trabalhando no desenvolvimento de uma vacina de vírus inativado. Este tipo de vacina tem desenvolvimento científico e tecnológico mais rápidos e, por usar vírus não infectante, tem aprovação pelos órgãos reguladores, como Anvisa, facilitada”, destaca o diretor do Instituto Butantan, Jorge Kalil.

Atualmente, a instituição está no estágio de imunização do vírus inativado em roedores.

Os recursos serão investidos em equipamentos e insumos para o desenvolvimento da vacina contra a doença, além da cooperação técnica entre as instituições.

Os próximos passos envolvem testes de toxidade do produto em animais e análise de uma área industrial para a produção da vacina e a expectativa do Butantan é que o imunobiológico esteja disponível para os primeiros testes em humanos no primeiro semestre de 2017.

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Publicado em Doenças e Tratamentos

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