AEDES AEGYPTI

As estratégias do Exército Brasileiro na guerra contra o Aedes aegypti

Milhares de soldados em todo Brasil fizeram uma varredura em seus pátios para eliminar os possíveis criadouros de um inseto de poucos milímetros que pôs contra a parede as autoridades da América Latina, especialmente do Brasil.

  • Foto: Sebastião Moreira/EFEFoto: Sebastião Moreira/EFE
Foto: Sebastião Moreira/EFE

O Exército brasileiro começou hoje uma sessão de limpeza em seus quartéis para enfrentar ao que já consideraram seu novo “inimigo”, o mosquito Aedes aegypti, transmissor do zika, dengue e chicungunha.

Milhares de soldados em todo Brasil fizeram uma varredura em seus pátios para eliminar os possíveis criadouros de um inseto de poucos milímetros que pôs contra a parede as autoridades da América Latina, especialmente do Brasil.

Guerra contra o acúmulo de água parada

O capitão Teixera, do quarto batalhão de infantaria de São Paulo,  agrupou cem soldados do Exército e iniciou uma “guerra contra a acumulação de água” cujo objetivo é impedir a expansão de “nosso inimigo”, o Aedes aegypti. Foto: Sebastião Moreira/EFE

A conscientização começa em casa

Para enfrentar esta batalha, o Ministério da Defesa do Brasil ativou seus 220.000 homens e mulheres das Forças Armadas para conscientizar os brasileiros na hora de combater o inseto, mas antes de tudo, no primeiro dia da campanha, o trabalho aconteceu dentro do quartel. Foto: Sebastião Moreira/EFE

Sábado é dia de faxina

“Há muito tempo temos cuidado com o mosquito. Agora se trata de intensificar as tarefas de limpeza que normalmente empreendemos para conscientizar à população”, afirmou a Efe o comandante Toledo. Foto: Sebastião Moreira/EFE

Às ruas, pelotão, avante!

Outro dos pelotões do quarto batalhão se deslocou até a área residencial onde vivem as famílias dos militares, situada a poucos quilômetros do quartel, para dar conselhos contra um mosquito que, como diz um dos panfletos distribuídos pelos soldados, “pode matar”. Foto: Sebastião Moreira/EFE

Mãos na massa (ou na fumaça)

Além das orientações, 50.000 homens e mulheres das Forças Armadas fumegarão imóveis a partir do dia 15 de fevereiro e outro grupo visitará as escolas para proteger os mais jovens. Foto: Sebastião Moreira

O Brasil confia que o esforço de toda a sociedade permitirá vencer a “guerra” contra o Aedes aegypti, que soou os alarmes no país depois que se comprovasse a relação entre o vírus do Zika e o aumento de casos de microcefalia no país.

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